terça-feira, 19 de junho de 2012

DICAS PARA UMA BOA DEGUSTAÇÃO


Algumas dicas que podem ajudar muito na hora de uma degustação:

·         Degustar requer certa concentração e se você tiver condições de preparar um ambiente para isto, tanto melhor.

·         Horário: o ideal é por volta das 11:00 hs, pois pela manhã nosso olfato está mais aguçado e nós estamos mais descansados.

·         Iluminação: a luz ideal é a natural, do dia. Quando tiver necessidade de iluminação artificial, prefira as luzes amarelas, mais parecidas com a luz do sol.

·         Ambiente: deve ser calmo e fresco, preferencialmente longe muito barulho.

·         Local neutro, sem cheiros fortes de comida e ou outros que possam gerar confusão.

·         Estar bem disposto também é importante. Uma gripe, mal estar, stress ou cansaço podem alterar muito suas condições de avaliação.

·         Evite usar perfume.

·         Evite fumar ou tomar café antes ou durante a degustação.

·         Escolha uma taça de cristal, transparente, com haste longa – é por aí que você vai segurá-la. Existem taças especiais para degustação, chamadas Taça ISO, elas tem um formato que privilegia a liberação dos aromas.

·         Nunca encha a taça, o ideal é preenchê-la 1-3 e deixar um espaço para liberar os aromas que entram em contato com o oxigênio.

·         Tenha em mãos uma caixa de aromas para poder treinar com referências precisas.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vinho fino nacional e importado


Recentemente temos visto uma nova tentativa de salvaguardar a incompetência de algumas empresas nacionais, via interferência do governo. Estou falando da tentativa em sobretaxar ou colocar cotas na importação do vinho importado, tendo em vista que o vinho nacional vem perdendo espaço no mercado. O problema é que boa parte dos empresários do setor vinícola brasileiro, quando fazem um vinho de alta qualidade, colocam preços abusivos.

Neste cenário, o consumidor que procura um vinho de boa qualidade e preço justo, vai para o vinho importado, seja da América do Sul ou da Europa. De acordo com a Federação das Cooperativas do Vinho, foram comercializados no Brasil cerca de 92 milhões de litros de vinho fino, sendo 20 milhões de vinhos nacionais e 72 milhões de importados. Já o Instituto Brasileiro do Vinho divulgou que o brasileiro consumiu em 2011 perto de 78 milhões de litros de vinhos importados, sendo cerca de 27 milhões do Chile, 18 milhões da Argentina, 13 milhões da Itália e assim por diante. Seja como for, o número gira em torno de 25% do vinho fino nacional contra 75% do importado.

Os números mostram claramente que algo está errado na produção brasileira de vinhos finos. Ou é o preço ou a qualidade, ou os dois. O correto não é subir o preço dos importados nem limitar a importação, pois o problema está aqui dentro. O Brasil precisa é fazer vinhos finos de boa qualidade a preços mais baixos. O governo pode ajudar diminuindo impostos ou dando incentivos à indústria nacional, mas impedir a entrada de produto melhor e mais barato é incentivar a indústria a se acomodar e não evoluir. O governo estuda medidas para tornar o vinho importado mais caro ou retirá-lo da prateleira.

Restaurantes do eixo São Paulo e Rio de Janeiro já se posicionaram contra essa medida solicitada por várias associações gaúchas, ameaçando inclusive retirar de suas cartas o vinho nacional.

No meio desta confusão, palmas para a Vinícola Salton, que enviou um comunicado à imprensa afirmando que não apoia o pedido de salvaguarda dos vinhos nacionais, por entender que estas medidas podem restringir o livre arbítrio de seus consumidores. Reforça também que a empresa busca a melhoria de seus processos e produtos, para concorrer com vinhos nacionais e importados. Vinho não é commodity. Infelizmente o governo e alguns setores da indústria vinícola gaúcha não sabem disto. Ou fingem não saber.


Escrito por Dayan Chiodo

sexta-feira, 15 de junho de 2012

6 dicas para gastar menos com sapatos


Conserve os calçados que você já tem e economize na compra de novos pares


Foto: Thinkstock

Os sapatos são os itens da moda que as mulheres em geral mais gostam. Passar na frente da vitrine de uma loja de calçados chega a ser uma tortura naqueles dias em que o orçamento está apertado. Mas para ajudar você a sofrer menos quando se tratar de comprar sapatos, sugerimos 6 dicas que você pode trazer para sua vida e adaptar para sua realidade, confira.

1 – Confira tudo o que você já tem

Antes de sair às compras procurando sapato novo, olhe tudo o que você tem e faça uma lista do que você tem no armário. A partir desta lista você pode ver o que é que você já tem o suficiente, o que precisa e o que não usa mais ou está estragado. Veja alguns sapatos que toda mulher deve ter e verifique se todos eles já fazem parte do seu acervo pessoal.

Considere também que o que é necessário para algumas ou para a maioria, pode não ser o mesmo que é necessário para você. Por exemplo, quem não usa salto, já diminui bastante a lista do que precisa ter em relação à modelos de sapatos. Sendo assim, verifique seus hábitos e analise o que você realmente precisa ter.

2 – Cautela com as promoções

Muitas vezes ao passear pelas lojas e ruas onde há várias lojas de calçados, nos deparamos com promoções extremamente tentadoras. Porém, é necessário ter cuidado para não acabar comprando sapatos que você não precisa, sapatos que não fazem o seu estilo ou ainda sapatos que vão sair de moda em breve. Nesse sentido, reafirmamos a necessidade de estar consciente sobre o que você tem no armário para não comprar demais e se arrepender depois.

3 – Pesquise preços

Começamos já dando um exemplo de como você pode trazer essa dica para sua vida. Um sapato coringa que toda mulher deveria ter é a sapatilha preta, combina com tudo e é neutra, pode ser usada para compor diversos estilos. Porém, seus preços podem variar entre R$50 a R$300 Reais. Sendo assim, confira os preços nas suas lojas de preferência e opte pelo que mais se adequar ao seu orçamento disponível para gastar com sapatos.

4 – Verifique a qualidade do produto

Quando se trata de sapatos, muitas vezes é melhor investir em um produto melhor, mesmo que seja mais caro porque ele provavelmente terá maior vida útil. Essa dica vale para quem não troca muito os sapatos. Quem gosta de estar sempre comprando novos, variando e usando poucas vezes o calçado, pode optar por modelos mais baratos e de menor qualidade. Entretanto, vale ressaltar que há lojas que disponibilizam modelos acessíveis e de boa qualidade, sendo assim, pesquise antes de dizer sim ao sapato escolhido.

5 – Compre fora da época ou coleções anteriores

Outra opção para gastar menos na hora de comprar um sapato novo é escolher os modelos da coleção anterior, ou ainda, comprar modelos de inverno durante o verão e vice-versa. Essa prática é muito comum e pode te render uma economia considerável. Se você não se importa de usar sapato que não é da coleção atual, pode apostar nessa tática para poupar dinheiro.

6 – Cuide bem dos seus sapatos

Além de poupar na hora da compra você pode também ter os devidos cuidados para aumentar a durabilidade dos seus calçados e assim precisar comprar calçados novos com menos frequência.

Mantenha os sapatos sempre higienizados, limpando-os após o uso – antes de guardar. Procure deixar os sapatos armazenados dentro de pequenas sacolas próprias para guardar sapato ou envoltos em um tecido suave. Se você for deixa-los guardados por muito tempo, coloque um pouco de jornal dentro do calçado para evitar o acúmulo de umidade. Esses cuidados ajudam a manter a conservação dos seus calçados.

Se você, além de economizar, gosta também de ser solidária, faça uma limpeza no seu acervo e doe sapatos que você não usa mais e estão em bom estado. Assim, além de conseguir um pouco mais de espaço para novas peças, você estará fazendo o bem para quem precisa.

Por Andressa Dias


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Diferentes tipos de mechas

As mechas tornaram-se populares entre as famosas e, dentre vários tipos, algumas em especial, prometem fazer sucesso nesta temporada



As mechas são ideais para realçar os cabelos, tal como romper a monotonia e homogeneidade de uma só coloração, acrescentando um novo tom aos fios. Logo, de acordo com cada tom e personalidade, há um processo mais indicado. Confira:

Glaçagem - Esse tipo de mecha se dá a partir do clareamento dos fios do meio às pontas. Da altura do maxilar para baixo as mechas são selecionadas e então eriçadas com um pente e em seguida aplica-se água oxigenada de vinte e trinta volumes. Assim, a técnica da glaçagem causa a sensação de que os cabelos cresceram, pois a raiz permanece com sua cor natural. O processo, contudo, é indicado para mulheres de cabelos castanhos naturalmente claros ou fios loiros-escuros.

Full collor - Nesta técnica se utiliza entre quatro e cinco tonalidades diferentes em degradê, com o intuito de criar um intenso contraste de cores personalizadas. Assim, a cabeça deve ser toda envolvida por rolinhos chamados ‘Roller Meches Colors’, num intercalar de tons. O full collor, entretanto, se adéqua a todas as cores, e é ideal para mulheres que gostam de aderir a vários tons diferentes ao mesmo tempo nos cabelos.

New ombré hair - Em cabelos claros a técnica deve ser aplicada em tons platinados; logo, nos escuros, se aplica em tons de mel e caramelo. O new ombré hair, contudo, é o processo de clarear as pontas dos cabelos e aplicar luzes finas mais próximas da raiz, causando o efeito degradê. Fazem-se mechas finas da raiz às pontas, e assim, uma mecha mais grossa é eriçada com um pente e descolorida. Posteriormente, aplica-se uma coloração na raiz, e esta é penteada até onde o efeito deve se iniciar. A raiz, por sua vez, se mantém ao natural com mechas finas, quase imperceptíveis, que clareiam gradativamente até o fim do comprimento.

Luzes montadas - Se dá através do efeito montado de vários tons de mechas. Neste processo, o profissional seleciona as mechas a serem clareadas, determinando onde haverá luminosidade, seja em várias partes da cabeça ou em apenas uma. Logo, as mechas tomam um tom bem claro e demarcado por dentro do cabelo, com efeito de luzes sobrepostas, de modo que os cabelos passam a ter um aspecto tridimensional e luminoso. Luzes montadas, contudo, se aplicam a todas as cores.

Sun glam - Para o efeito de movimento, destacando o corte dos fios de forma sensual, fazem-se reflexos com papel para então se clarear mechas finas, criando um fundo de brilho aliado à mechas largas e aleatórias. Assim, indica-se o uso do marrom avermelhado em fios escuros; do mel e caramelo em fios castanhos claros e do bege e dourado em cabelos loiros. Dessa maneira se dá o sun glan, mesclando o reflexo de papel com o ombré hair e a ação natural do sol.

Mechas texanas - Esta é a versão moderna do ombré hair, sendo que agora, as mechas são aplicadas por baixo dos fios onde os mesmos são separados em quatro partes. Com papel-alumínio, clareiam-se os fios da ponta até seis dedos da raiz, para então se aplicar uma tinta platinada em todo o comprimento. Nos fios claros, se usa tons dourados, nos escuros, caramelo ou café. O efeito é o de quatro nuances mescladas em um degradê sutil e sombreado a partir da altura do nariz.

Surfer girl - Assim como o nome já propõe, mechas surfer girl dão aos cabelos a aparência praiana, com as pontas mais claras que a raiz em até cinco tons. Porém, a técnica, combina com cabelos de tom castanho-claro ao loiro-claro, de comprimento semilongo ao longo. O profissional deve separar largas mechas e então, aplicar o descolorante. A operação é repetida sucessivamente por três vezes, com oxidante de até trinta volumes. Dá-se então, o aspecto marcado ou degradê aos cabelos, com intenso contraste entre pontas e raiz.

Saint-tropez - As mechas têm um ligeiro aspecto de transparência, pois começam na raiz e vão se abrindo de um tom mais escuro para um loiro-claro nas pontas. Para alcançar tal efeito, o cabeleireiro deve separar os fios em várias mechas finas, para então aplicar o descolorante na raiz e pontas, a serem desfiadas com o pente. Para finalizar, um tonalizante é usado em todo o cabelo para que a cor se intensifique. Logo, o saint-tropez é indicado para mulheres de cabelos escuros quando utilizada a cor mel, e mais, esse tipo de mecha pode ser feita em cabelos coloridos, naturais ou com mechas já existentes.

Balayage solar - O efeito da balayage solar é um mix de tons claros e mechas douradas. Assim, divide-se o cabelo em cinco partes e em seguida aplica-se o produto com aproximadamente quatro centímetros de distância entre as mechas, deixando-o agir até atingir o tom desejado. A técnica, entretanto, é indicada para cabelos repicados e com movimento, com mechas suavemente distantes na raiz e mais claras nas pontas.

Color 3D - As mechas color 3D combinam cores e formas que dão profundidade e impressão de movimento aos cabelos. As mechas são aplicadas internamente e não marcam a raiz, pois, de cor suave e natural, destacam-se apenas algumas áreas dos cabelos. Logo, na parte da raiz a cor é escura; na parte do meio, intermediária e, nas pontas, mais clara em tons harmoniosos. Esse tipo de mecha, portanto, é indicado para mulheres que preferem o efeito natural dos cabelos. Para um melhor resultado, indica-se o uso de um tom sobre tom que se combine à base da cor natural dos fios.

Por Selena Escher

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Dossiê dos cílios


Aqui tem tudo o que você precisa saber para turbinar seus cílios num piscar de olhos.
Fonte: Revista Glamour

terça-feira, 12 de junho de 2012

DIA DOS NAMORADOS



Comemorado em vários países, a magia que ronda esta data tem várias versões, mas em todas elas a idéia é estar junto ao seu amor celebrando a alegria de estarem apaixonados.

Durante a época do Império Romano, o Imperador Claudius proibiu o casamento, pois isso tirava seus soldados de combate. Porém, um bispo da Igreja Católica, Valentim, continuou a realizá-los. Descoberta a traição, ele foi levado à prisão, onde recebeu centenas de cartas de jovens apaixonados e onde também se apaixonou pela filha de seu carcereiro, uma jovem cega para quem escreveu uma carta de amor antes de ser executado no dia 14 de fevereiro, e dizem ter vindo daí a expressão ‘from your Valentine’.   Em sua homenagem a data passou a ser comemorada por casais apaixonados na Europa e nos Estados Unidos.

Aqui no Brasil, está relacionada a Santo Antonio, que em suas pregações sempre falava da importância do amor e do casamento ganhando fama de ‘santo casamenteiro’ e, a data escolhida foi 12 de junho, véspera de seu dia.

Quer umas dicas de um jantarzinho pra lá de romântico com seu amor?

A fondue (isso mesmo a fondue –  do francês, particípio passado feminino do verbo fundir ) pode ser uma boa pedida!

A  fondue de queijo com um vinho branco,  combinação mais clássica é com o branco suíço Fendant feito com a uva Chasselas, na região de Valais. Este elegante vinho tem uma excelente acidez que ajuda a equilibrar a gordura do prato. Mas outra ótima opção será um Chardonnay jovem, sem passagem por madeira, como o Tatio Chardonnay (Chile) que com seus aromas suaves e boa acidez combinam muito bem com a fondue de queijo.

Porém se optar pela fondue de carne, lembre-se que além dela existem os molhos picantes, agridoces, e outros e o vinho deve harmonizar com todos os elementos. Aqui um tinto leve, jovem, sem passagem madeira e frutado, um Malbec , o  excelente Viña Cobos El Felino Mendoza ou mesmo um Carmenére do novo mundo muito frutado e delicioso  como o Kuntur Carmenére (Chile).

E para finalizar uma irresistível fondue de chocolate com frutas, como a data é festiva você pode inovar com um vinho espumante Asti Spumante (Itália) o Moscato d’Asti vinho doce e com boa acidez dá um clima de festa. E se preferir algo mais tradicional um bom Porto ou Moscatel de Setubal!

O importante mesmo é não deixar a data passar batido!

Cheers...

 Daniella Romano